Escritas

LOUCURAS DE AMOR

Samuel da Mata
Me tenhas, oh meu amor, e me possuas
Com toda a forca com que puderes me envolver
E não te importes se esta ilusão é cega ou nua
Ou se noutras águas possa amanhã se dissolver

Para que trocar deste momento a magnitude
Por incertezas de desventuras do porvir
Se já tens em tuas mãos a plenitude
Do amor e veneração que tenho a ti?

O amor nem sempre é sano e sensato
Às vezes loucura, desvairo a estarrecer
Do viver, estes momentos são os marcos
Que dão à vida todo o sabor de se viver

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