CREPÚSCULO
Samuel da Mata
Os velhos às vezes conversam demais
São casos enfadonhos e repetitivos
As coisas passadas, deixemos pra trás!
Prosas antigas nos cansam os ouvidos
As vezes em silêncio, com um olhar vazio
O velho se ausenta e mergulha no tempo
Busca refrigério num mundo esquecido
Nada mais nos fala é só seu o momento
Pra onde vai sua alma naquele mergulho?
Por que tanto se enoja e foge da gente?
É que é duro ser visto um peso ou entulho
Quem passou sua vida cuidando da gente
Ela vai para onde a mesquinhez não chega
Lá onde os velhos e novos são todos iguais
Onde os braços de Cristo é quem aconchega
Onde a velhice é apenas o alcançar da paz
São casos enfadonhos e repetitivos
As coisas passadas, deixemos pra trás!
Prosas antigas nos cansam os ouvidos
As vezes em silêncio, com um olhar vazio
O velho se ausenta e mergulha no tempo
Busca refrigério num mundo esquecido
Nada mais nos fala é só seu o momento
Pra onde vai sua alma naquele mergulho?
Por que tanto se enoja e foge da gente?
É que é duro ser visto um peso ou entulho
Quem passou sua vida cuidando da gente
Ela vai para onde a mesquinhez não chega
Lá onde os velhos e novos são todos iguais
Onde os braços de Cristo é quem aconchega
Onde a velhice é apenas o alcançar da paz
Comentários (2)
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Samuel_da_Mata
2012-11-17
Você é uma alma bela. Gostaria de te-la com amiga no face: samuel da mata aracaju.
2012-11-17
Querido poeta. seus versos falam verdades, esses lugares são ocultos e só dos idosos e um dia quando menos se espera se esta neles, mas a solidão e terrível para o idoso consciente.<br> </br>valeu pelas verdades.<br> </br>aplauos mil<br> </br>Agradecendo sua amável visita . Volte será um praser ler seu comentário.<br> </br>
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