QUEM SOU EU
Samuel da Mata
Não sou o clamor da miséria,
Sou alma além da matéria
Que ao corpo em dor esvazia
Não sou o vento do Norte,
Apenas alma que a sorte
Abrasa em sol de meio-dia
Não sou pobreza nem fome,
Apenas a dor de um homem
Que ousou amar algum dia
Não sou do ódio uma chama
Sou só o poeta que clama
E de seu amor faz poesia
Não sou mentira ou verdade,
Sou só lembraça e saudade
Que eternizam a nostalgia
Não sou do olhar a tristeza,
Sou o contemplar da beleza
Que o teu olhar irradia
Não sou mais desesperança,
Sou um sorriso de criança
E em teu regaço, a alegria
Sou alma além da matéria
Que ao corpo em dor esvazia
Não sou o vento do Norte,
Apenas alma que a sorte
Abrasa em sol de meio-dia
Não sou pobreza nem fome,
Apenas a dor de um homem
Que ousou amar algum dia
Não sou do ódio uma chama
Sou só o poeta que clama
E de seu amor faz poesia
Não sou mentira ou verdade,
Sou só lembraça e saudade
Que eternizam a nostalgia
Não sou do olhar a tristeza,
Sou o contemplar da beleza
Que o teu olhar irradia
Não sou mais desesperança,
Sou um sorriso de criança
E em teu regaço, a alegria
Comentários (3)
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katia carvalho
2012-09-05
O poema quem sou eu nao te revela,mas leva o leitor a reflexão
katia carvalho
2012-09-05
Quem sou nao te revela.<br />
joao_euzebio
2012-08-22
Que bonito seu poema que bonito este amor esta saudade esta fantasia este sonho esta realidade este encanto este sentimento verdadeiro que nos faz viver. Parabéns
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