Nada existe
Moacir Luís Araldi
1 min min de leitura
A solidez frágil
Vira carências.
Ao vento o sonho
Bagunçado
Esvazia-se.
O silêncio entra na alma
Rasgando o véu.
Quanto mais me afasto
Mais nele me acomodo.
Nada existe
Só o tempo insiste
Em passar.
Vira carências.
Ao vento o sonho
Bagunçado
Esvazia-se.
O silêncio entra na alma
Rasgando o véu.
Quanto mais me afasto
Mais nele me acomodo.
Nada existe
Só o tempo insiste
Em passar.
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