Poesia
Aurélio Malva
Trato sempre as palavras com extremo desvelo
Disso depende a sua força ou fragilidade
(ou mesmo a sua confrangedora inutilidade)
Mas quando te (d)escrevo
não preciso de ter nenhum especial cuidado com elas
as palavras
Saem das suas conchas
puras e naturais como a beleza que as inspiram
Depois não é culpa minha
se alguém entende chamar-lhes poesia
Disso depende a sua força ou fragilidade
(ou mesmo a sua confrangedora inutilidade)
Mas quando te (d)escrevo
não preciso de ter nenhum especial cuidado com elas
as palavras
Saem das suas conchas
puras e naturais como a beleza que as inspiram
Depois não é culpa minha
se alguém entende chamar-lhes poesia
Comentários (2)
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Aurélio Malva
2012-07-21
Obrigado, João!
joao_euzebio
2012-07-20
Quando tudo fluem assim sem qualquer esforço as palavras vem como se fossem formar um poema e assim você fez Parabéns.
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