Causas incertas
Honoré DuCasse
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Deixo-te nas mãos as causas incertas
E no olhar o apedrejar dos tempos gastos
és morfina inglória,
Beijo-te ao acaso,
Enquanto um véu semântico
Tombado na tua fonte
Sacia a minha sede
Até ao infinito das eras
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