VIAGEM INSANA
Samuel da Mata
Excesso de amor na bagagem
tornou o marujo insano,
pois nem percebeu ser miragem
o que julgou ser oceano
Em seu insano desejo
no mar do amor foi navegar
e nem da verdade o lampejo
fez o marujo acordar
Ao cais do desdém amarrado,
seu barco nunca partiu,
mas pelo amor obcecado
este detalhe não viu
Em seu diário da vida
a ventura do amor descreveu
e não há expert que diga
que ela nunca aconteceu
De volta ao porto, cansado,
o marujo por fim voltou
e seus olhos contristados
são prova de quanto amou
Se foi verdade ou loucura
já ninguém sabe dizer,
mas um amor com tal ventura
todos são loucos pra ter
tornou o marujo insano,
pois nem percebeu ser miragem
o que julgou ser oceano
Em seu insano desejo
no mar do amor foi navegar
e nem da verdade o lampejo
fez o marujo acordar
Ao cais do desdém amarrado,
seu barco nunca partiu,
mas pelo amor obcecado
este detalhe não viu
Em seu diário da vida
a ventura do amor descreveu
e não há expert que diga
que ela nunca aconteceu
De volta ao porto, cansado,
o marujo por fim voltou
e seus olhos contristados
são prova de quanto amou
Se foi verdade ou loucura
já ninguém sabe dizer,
mas um amor com tal ventura
todos são loucos pra ter
Comentários (3)
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Anna Claudia
2020-07-20
Uma descrição um tanto agressiva sobre as pessoas kkk
Oliveira
2020-05-18
Qual foi o ano de publicação desse poema?
Marcella
2015-11-15
Amei
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