Mãe...


Mãe! Embala-me o sono para adormecer,

As palavras brincam com so pensametos,

Que me trazem aurora a correr,

Fluem em mim como tormentos

Que me fazem padecer.

Mãe! Carrego em mim o sufoco respirado,

Que transporto diáriamente,

Como se o diabo me tivesse agarrado!

Exprimo na minha face o descontentamento

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