O Intrinseco
Ah!... as palavras...amontoam-se no caderno,
seduzem, e jorram emoções no coração,
manifestam-se na mente e deslumbram pensamentos floridos.
Ah!... as palavras... essas belas frases projectadas
que se pronunciam e criam visões e sensações metamorficas.
Ah!... quantas vezes sentimos ausentes?...
...quantas vezes estrapolamos sensaçõe vadias?
Ah!...as sensações...esse estado onde nos sucumbimos...
Essa emoção que nos invade e nos toma por tolos.
Ah!... lembras-te...?
...e a razão? Essa efémera luta pela verdade.
Esse trajecto infindável.
Essa procura onde encontramos sempre a porta fechada,
mas resistimos e insistimos sem nada nos vencer.
E o silêncio manifesta-se...
Esse estado em que se encontra...
...esse mergulho interno que corroi a alma.
Essa busca em perpétuo movimento.
Esse insaciável caminho sob o estado,
que leva ao mais profundo de si.
Olho-te... toca e beijo-te.
Doce o sabor do desejo,
E entre o toque dos lábios...
Anseio-te na emotividade gerada.
Deslizo sobre ti o calor que transporto,
Perco-me no aroma do teu corpo,
E resvalo mil sensações por ele.
E no cruzamento dos corpos,
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