Poema de Crónica a Luiz Vaz
Poema de Crónica a Luiz Vaz
E sim, foi hoje Luiz Vaz quem me adivinhou
Não houve maior amante em Portugal
(Nem mesmo Manuel Maria tantas deitou!)
Na cama de seus versos sob o lençol
Em que nenhum Pessoa amou.
Talvez tivesse de razão o António Lobo
Que nem Bernardo dos livros semeou
O só encanto que Mário de Sá sonhou
E mais nenhum de Quental em globo rimou.
Foi mesmo Luiz Vaz quem designou a nação
Talvez em Velho do Restelo heterónimo
Teve em si inteiro a uma só mão homónimo
A Filosofia, o Amor, e a Razão!
Filipe F. 2016
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