Continuemos

O meu peito dói e os olhos pobres coitados;

Se afogam dentro da própria tristeza;

Mas os pássaros continuam voando pelo céu...

Fazendo o que nasceram para fazer.

 

O meu olhar é triste pois eu sou taciturno;

Ando devagar, não tenho força à prosseguir;

Mas o Sol continua a brilhar, mais e mais;

Pinta o céu com as cores de seu explendor.

 

Finjo de morto para ser enterrado vivo;

A essência dest’alma já desistiu;

Ela volta ao Criador, deixa na terra o pó.

 

Sonho e ilusão de uma mente louca;

Que ofende a Deus e aqueles que amam;

E em meio a tristeza, não se curva à vontade.

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