CINZA
Izabella Zanchi
CINZA
A violenta paixão abre as asas de árvore sobre o rio
Vagas que sobem quais águas do oceano
Torturas plangentes do vento, amada;
A loucura me ceifou, a loucura me abraçou,
Nada sei deste palácio com paredes de diamante:
O vento me carrega, e eu vou.
Triste sina outonal, recidiva da pureza,
Todo o azul, toda a seda
Deslizam neste céu de pura menta,
Aqui, amado, a voz sibilina de Deus
Arde na minha alma -
A tempestade anuncia as cores roxas, amada
Amado, gira o vento sobre a água e adormeço em sono.
Eu vou.
A violenta paixão abre as asas de árvore sobre o rio
Vagas que sobem quais águas do oceano
Torturas plangentes do vento, amada;
A loucura me ceifou, a loucura me abraçou,
Nada sei deste palácio com paredes de diamante:
O vento me carrega, e eu vou.
Triste sina outonal, recidiva da pureza,
Todo o azul, toda a seda
Deslizam neste céu de pura menta,
Aqui, amado, a voz sibilina de Deus
Arde na minha alma -
A tempestade anuncia as cores roxas, amada
Amado, gira o vento sobre a água e adormeço em sono.
Eu vou.
Comentários (1)
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joao_euzebio
2011-11-07
E das cinzas nasce um novo poema cheio de encantos parabéns
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