SONETO DO AMOR MORTO
Izabella Zanchi
SONETO DO AMOR MORTO
Flores roxas sob o teu
rosto
Morto na fotografia
Resplendem quais círios
tristes
De face siderada e
doentia.
Vã quimera deste meu amor
Um cadáver que eu carrego
Junto ao meu peito
inquieto
Túmulo de devastadora dor.
Triste fim de quem amou os
ventos!
Vazia é a minha ilusão
soturna
E débeis os mais puros
sentimentos!...
Olhos teus perenes e
inertes
Na moldura dourada e fria
De um amor morto numa
fotografia...
Flores roxas sob o teu
rosto
Morto na fotografia
Resplendem quais círios
tristes
De face siderada e
doentia.
Vã quimera deste meu amor
Um cadáver que eu carrego
Junto ao meu peito
inquieto
Túmulo de devastadora dor.
Triste fim de quem amou os
ventos!
Vazia é a minha ilusão
soturna
E débeis os mais puros
sentimentos!...
Olhos teus perenes e
inertes
Na moldura dourada e fria
De um amor morto numa
fotografia...
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Izabella Zanchi
2019-01-20
Para Marc Burnier: enviei um e-mail mas não sei se chegar´´a porque seu endereço não aparece totalmente para mim. Me escreva: izabellazanchi@gmail.com ou entre no meu FB La Zanki
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