Sonho (em “mix”) da Vida Real
Sou o amante aventureiro, só boné e fato branco
Sou actor, o marinheiro, sem bóia na terra firme
E sou pecado, imaculado
E sou pavio, a toda a vela
Acendo e ardo corações na praia cheia de desejos;
Sou peixe tímido e contente, que sem água respirar
Sou amor de barco ausente, sem um porto para atracar
E sou amado, abandonando
E sou deixado... Todas elas
Falta a experiência de viver e sigo e lembro que ficaram os segredos;
Sou doce e terno, sonhador que te dá o coração
Sou cozinheiro do amor, sem pés assentes no chão
E sou adorado, amargurado
E sou ventura, sentinela
Deixando a dor na despedida, nossos corpos separados e deixados;
Sou alma inferno, no teu céu que vivo e sinto ardendo
Sou falso e dramatizo o gelo, sem te querer fazer sofrer
E sou no fim, desmascarado
E sou a voz, na tua boca bela
Dou tanto e tiro tanto mais, amando e procurando por ela.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Sou actor, o marinheiro, sem bóia na terra firme
E sou pecado, imaculado
E sou pavio, a toda a vela
Acendo e ardo corações na praia cheia de desejos;
Sou peixe tímido e contente, que sem água respirar
Sou amor de barco ausente, sem um porto para atracar
E sou amado, abandonando
E sou deixado... Todas elas
Falta a experiência de viver e sigo e lembro que ficaram os segredos;
Sou doce e terno, sonhador que te dá o coração
Sou cozinheiro do amor, sem pés assentes no chão
E sou adorado, amargurado
E sou ventura, sentinela
Deixando a dor na despedida, nossos corpos separados e deixados;
Sou alma inferno, no teu céu que vivo e sinto ardendo
Sou falso e dramatizo o gelo, sem te querer fazer sofrer
E sou no fim, desmascarado
E sou a voz, na tua boca bela
Dou tanto e tiro tanto mais, amando e procurando por ela.
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