A arder lentamente
Eu não sinto
Quando sinto
O que sinto cá dentro
Eu não minto
Quando assento
O que sinto, que é denso
É no vinco
Que piso
No meu pensamento
É distinto
Meu riso
Que cá dentro não tento
Será meu vício
Num fundo preso
Que acende a malícia
Foi no solstício
Da vela acesa
Que acabou a delícia
Meu vício aceso
No fundo findou
Solstício preso
No fundo mudou
É meu trauma que não terminou
Minha alma que nunca voou
Numa vénia ainda se prostrou
E a vela escura, tão linda, acabou.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Quando sinto
O que sinto cá dentro
Eu não minto
Quando assento
O que sinto, que é denso
É no vinco
Que piso
No meu pensamento
É distinto
Meu riso
Que cá dentro não tento
Será meu vício
Num fundo preso
Que acende a malícia
Foi no solstício
Da vela acesa
Que acabou a delícia
Meu vício aceso
No fundo findou
Solstício preso
No fundo mudou
É meu trauma que não terminou
Minha alma que nunca voou
Numa vénia ainda se prostrou
E a vela escura, tão linda, acabou.
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