Escritas

TEMPO

Luzia Magalhães Cardoso
Às vezes os olhos nos cegam, 
O coração endurece 
Àquele de quem nunca se esquece... 
  
Às vezes falamos tanto 
Que não escutamos o pranto 
Daquele que roga uma prece... 
  
Às vezes atamos mil nós, 
Na malha, ficamos tão sós, 
Que até nossa alma padece... 
  
Mas o tempo do nosso presente 
É tempo que sempre dispara... 
Daquela amizade tão cara, 
Um dia, saudade... 
Um longo silêncio... 
E rogo ao tempo 
Os beijos e o abraço 
Nas asas da prece. 
  
Luzia M. Cardoso
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Comentários (7)

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2017-04-19

O tempo tão precioso é determinante Vital, fatal.. Tempo.

2014-08-09

Obrigada presença em comentário e leitura, João Euzébio e Felix 123.

joao_euzebio
2014-07-16

SUA INSPIRAÇÃO VEIO DA ALMA DE SER POETISA NESTE LINDO POEMA AO QUAL CURTI PROFUNDAMENTE PARABÉNS

Antonio Félix
2014-07-16

Nossa! Muito bom Luzia Magalhães! Belíssimo poema!

Deixo um abraço a Maria Matos e Alma Gort. <br /> <br />Obrigada pela presença em leitura.