Escritas

1. A praia

pmariabotelho
1. A praiaSerás sempre sublime, pedaço de areia e martardes longas de sal e sola maravilhosa paisagem, os olhos que não sabem matarausência de liberdadevoo brusco, voo tombado e famintoserá sempre sublime, lembrar-temesmo tão perto quisemos esquecer tudo, quase não falamoscaminhamos e cantamosrasgámos as páginas de jornaisa máquina , o dinheiroa demagogia, o dia a diao bem e o mal, a lutanão tenho palavra maiorsublimedigna de respeitovoltaremos passo a passo a construir novos caminhosrumo às incertezas e fragilidadesmas a certeza, do que queremos ver, sentir e sernão falha! Tenho a certezaaonde queremos mesmo ser ou estar e ficarno sopé sublime da natura, sem palavrasperante tioh sublime e poderosa maravilhaVozes de ondas revoltadas , apenas desmaiam depois de cansadas , nas mãos da areia quenteQue dizem?Saberá cada um a sua mensagem...Os rostos queimadossão pescadores!Homens da vida dura que, ainda hoje se fazem ao mar da costae que de noite levam redeshoras e horas na esperae eu na poltrona do meu terraço pasmo ao luar mas, eu não sei matar!!com certeza uma praia que tem tanto de banalcomo de grandiosoos olhos sublimes sendooh praia do nortemenina dos meus olhosvoltarei breve01-08-11
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