Soneto de um amor que acalma

Anjo em forma de amor

Caminha célere em minha direção

Linda, sorridente, exuberante

Olhos que brilham, refletem emoção

 

Intensidade guardada há um ano

Abraçou-me forte, olhou em minha alma

Calou minha boca, senti o perfume

No abraço silente que meu mundo acalma

 

Paz de um amor tranquilo e saboroso

Que não pede, não exige, mas compreende

Que nem sempre o tempo é vagaroso

 

Retorna ao seu mundo e deixa saudade

De vivermos cada segundo novamente

Segredos envoltos em tanta afinidade

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