Eclipse da alma
Alma eclipsada busca á noite caudalosa que caminha você e fulguras os meus caminhos acenderão e eu seguir-te ei e serás o meu destino desfila-te e decifrarei do início ao final...
Desafia-me alcançarei o teu desejo...
Mesmo que me custe a pele,
mesmo que o tempo fira-me os ossos
Os seus olhos, paisagens soturnas de eclipses solares o seu beijo lunares
Jogarei versos e poesias lemúrias entregues ao vento para que ele as espalhe onde o meu nome já não alcança...
O seu nome cálido alento o teu lume arrefece as tormentas, apascenta as minhas mágoas e desturva desnubla a minha mente, céu este novelo desesperançado
E no linear do tear tecerei você á mim... fio a fio, até que não se saiba onde começo ou termino.
Te todas as faces impassíveis, atos crudelíssimos,
corações desarvorados e ainda assim foste tu quem me fez enamorado.
Nós sonhares o pactuo divino nas cordas deste vão onde os meus sonhos se aglutinam você me os meus dias tenebrosos vão se desanuviando e defenestrando pela luz incerta nesta insensatez...
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