Escritas

Sufista das estrelas

Charlanes Olivera Santos

As vezes caio na faixa de Möbius na curva do 8 a gravidade executa o empuxe sobre a luz e o véu não se rompe como a escada de Penrose não da para fugir disso...

Sou jogado nas eras como sufista amador das estrelas e escapo me comas linhas que transcender o amor nas ramificações em cada salto no tempo...

Singularidade uma dentro de outra...

O universo submerso no submerso do irmão gêmeos de mãos das que não se divide toda amaras entrelaçadas tempos realidades natural a fonte da escolha que da razão a todas elas em uma só da seu veredito do braço único central...

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Transcender as linhas de ouvir as constelações como sufista das estrelas cintilante e lagrima translucida diamante líquido...

Procuro ela no céu após o vento me acordar e imóvel esplendor velando e eu na inquietude no tempo lento silêncio lição floral mais amargas poesias minhas

A forjada flor que envolve tua imagem

No deserto da alma percorrer o vale extenso e ermos fracos broquel perfurado coração

Virgens vacilantes arranco no êxtase selvagem seu doce amor