Rara lua absinto
A música que seduz-me e a rara lua que flutua nas flautas nos vossos tons
Dai-nos no silêncio da canção supremo amor agora sem som
Alma desnuda afoito o teu beijo que não alcanço...
Tem meta latente e sou eu quem lamente por ti
Se não chegas ate o fim a chagas perdura bem alimentadas
O outono de folhagem avermelhadas e que feliz vão perdendo a cor
Teme a fuga da estação das lembranças que no beijo me perfurou o coração...
Poesia do melodista pródigo cantor das asas feridas canções fruir, em pleno hausto estuar da vida palpitante paixão exausta a fonte da incendiada da língua ressequida do solene ofício de poeta...
No ativo porte desta trama nas linhas emoldurar as mulheres em palavras
O meu peito dói; retalhado e em um sonho insano bebo outra vez do seu doce veneno tivesse-me intoxicado e o ópio se sorvesse até o fim e o abismado absinto aspira o meu dom e entregue a beleza da sua sorte que venderas e eu excesso nos versos...
E no ecos das sombras estivais lanças ao ar a tua dádiva sonora do meu corpo em queda
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