Quem sou eu?
Quem sou eu?
Encontro-me cada dia na poesia sou poeira e vento tempo e estrelas
apresso-me em escrever muito para ver se não esqueço de algo...
Mostra os meus defeitos ligeiros e falhos se transparente no que posso...
Eu sou; eu sou poema
Sou poesia
Sou sentimentos a delir derreto nas folhas de papel em cada poema raso a emoção em cada linha e entrelinhas
Sou mistério impossível de explicar sou como à verdade que ninguém que ouvir ou acreditar insolúvel, indomado, inteiro
Sou mistério impossível de explicar sou como à verdade que ninguém que ouvir ou acreditar
Sou sentimentos a delir derreto nas folhas de papel em cada poema raso a emoção em cada linha e entrelinhas
Sou cheio de vazios...
Sou gostas de procura de porquês
Sou cheio de incerteza de perguntas astrologia no brilho da matéria luminosa parece calda e tem respostas no por de cria-las então costuramos na arte das poesias parte disso tudo
Sou a eternidade que já acabou...
Sou à queda do corpo que louva o criador
Sou o estado solido e o espírito de corpo alma que almeja Deus
cultuo de todo o entendimento...
Sou parte de uma metade alma, corpo, espírito... pensamento matéria e energia divina
Fixo o meu eu na extremidade do universo em cada acordo em cada linha firmado flutuar calado...
encontro-me e renovação rotação da decadência e luta...As vezes luto contra mim mesmo fonte de pensamentos para não se igual... reter o que é bom de alguém, mas se original na própria ideia e ideais
Sou a falha e o reconhecimento dela...
Sou solidão e o medo de encontrar outra pior no abismo
Sou tentativas e sempre quero correr o risco...
Sou o ardo do apetite que pimenta traz
Sou a fome do conhecimento mesmo limitado extasiado
Sou á mistura da arte e a falta que ela me faz...
Sou o erro de ortografia e o pouco que preocupo com isso
Sou o gosto de tal correção em segredo... do que importa de quem se importa
Sou o espeto que feri a debochada
Sou o próprio desprezo de quem duvida de mim
Sou músculos rígidos e bruto, e desejo o feminino suave procuro a alma gentil e à pele jovem e os seus encantos, menina mulher...
Sou asas as vezes e no vão do voo dos efeitos da pele madura os seus pensamentos e vivência vastos alimentos da minha mente... e regresso ligeiro antes do compromisso da sede jovem para não ferir a seda jovem regresso como os versos
Sou à escolha do acaso e no caos encontro-me paradoxalmente na ordem de tudo isso
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