saudações ao poeta / poema sobre os poetas
Ao poeta
Venho das eras antigas e guiado pelos cosmos e mundos paralelos para desejar fez dia do poeta...
Vocês aos escritores de repente de rima e de fantasias escreve fascinados com a leitura tantas ideias e sensibilidade com mestre amor e a paixão e você poeta ministro das palavras ...
Que desenha o ator do pássaro na janela alça voo e que fundiu-se com aos ventos...
Eu e a minha língua de metal e coração de tinta
Há amada digo que a minha vida era borda nos seus lábios e agora sem você assim fez ti as bofetadas de asas de ferro borboletas sem flor sem jardins de luar
Sem máscaras que falseiam e diamante na tela de ar teatro é mais verdadeiros derrubados os incensários dos teus sentidos de trevas espelhadas e você o poeta que conta a verdade disfarçada de poema um sentimento verdadeiro em cada linha
As vezes nos braços da insônia deitar na teia noite extrema esconder nos pontos cegos da auréola entre o nó dos mundos onde sussurros das poesias, canções e musicais de nina que golpe a mundo real entre a fantasia para existir e a sensível poeta escreve as emoções mais fortes deste mundo...
Espessar, talvez a uma forma melhor de inscreve o toque do galho e o gemido do vento a visões e relatos de cada escritor
Falar a palavra em primazia do amor e da nostalgia, da musa dos sonhos, predileta...
Da dor e da felicidade
Da natureza ou irmandade, falar da morte e espanta-la,
Falar das canções das diversidades dos seres
De ser mais do que ter,
Do valor a vida e salve no amor da valor nas pessoas e se for te ambição que seja pelos seus esforços, que não abandone o amor pelas riquezas que destrói e de si mesmo
Saber que não é sobre você e nem tudo tem que fazer sentido no princípio
O poeta etílico vapor e ebulição
um sóbrio as vezes triste moribundo em compõe em decomposição
o poeta desemboca rios e m ondas lavas da paixão
é Mosaico é fragmentos em movimento perpétuo para o tempo acelera e pausa os seus escritos são fuga e um fugaz desejo
As vezes invisível as vezes perdem forma, mas nunca essência
Se passado pede voz e encostas lembranças num canto ele relembra mesmo quando o corpo se esvai como a névoa perde
escrita sem molde culpa e intensidade dos ecos e reflexos
do coração as sem captura de todos sentidos
Refazer a alma em legado flutuante que dobra o infinito
acende a seda no sol numa poesia de manhã aurora ao arrebol
Te a percepção que estamos todos ligados... sabe que o destino escolhas ou se preferi sina carma amar a vida e as suas complexidades ainda que a tristeza abate-lhe e mesmos e o vazio reinar por um tempo ou por todo e ele fazer disso o escape escrever poesie-se
Feliz dia do poeta
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