Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si Do amor
Da o tom à poesia expor termo dos meus maiores tons calando aos seus menores Si, se empregado do seu prazer se designado aos menor dos seus elemento sua voz o som que me determinada a minha fonte sonora do eu te amo... Ré
Em cada e durante o tempo de duração emite todas frequência do meu corpo junto nas fendas da alma... Lá; A canção sonora do amor medida na medida incalculável do hertz não descreverá em termos físicos se a nota é grave ou aguda, deste amor paixão nem pode ser representada por um símbolo em uma partitura ou letra em uma tablatura...Sol
Este é meu manifesto do amor que pousa na alma como notas musicais no espirito... Dó
O amor em cada alfabeto musical em suas frequências ou conjuntos de frequências em cada conjunto de ondas de emoções mecânicas físicas que propaga ate o coração como no sangue á supurar cada gota de emoção aos neurônios desaguando em prazer em todo percurso e que à alma geme em notas de êxtase... Si, Ré
A alma um orquestra de cada instrumento em uma vasta gama de harmonia complexa a sonoridade mais pura entre nos e o amor de paixão em cada nota o ser vibrar em melodia corporal músculos composto de múltiplos fibra e na sensibilidade do beijo ao ultimo toque indescritível, Fá
Em cada amplitude da sua intensidade e amplificar os efeitos com amor puro sem distorcer a verdade em troca de nada Só amor por amor Dó
Sete passos, sete pulsares,
sete suspiros que entoam o ser
numa escala onde o amor se faz verbo e melodia.
Dó,
do amor que tudo inicia,
tom que colore o silêncio e lhe dá nome,
manifesto que repousa na alma
como nota primeira em partitura divina.
Ré,
resposta do corpo ao toque da tua voz,
emissão contínua da frequência
que vibra entre a pele e o tempo,
onde cada suspiro é um compasso do teu querer.
Mi,
mistério dos sentidos em ressonância,
a alma ecoando em fendas escondidas,
nos poros da emoção —
mi menor, talvez, mas jamais pequeno.
Fá,
fascínio do toque ao último beijo,
fibra que pulsa no compasso exato do prazer,
orquestra viva no corpo apaixonado,
na carne que dança sob a batuta do desejo.
Sol,
solfejo de um amor sem medida,
impossível de traduzir em Hertz,
nota que escapa a qualquer tablatura —
só se entende com o coração.
Lá,
lamento e luz,
canção do sentir mais puro,
onde o som não se ouve, mas se vive,
entre as dobras do espírito enamorado.
Si,
síntese de tudo que pulsa e se cala,
gota de emoção a suar dos poros da alma,
chorando êxtase em forma de harmonia,
num sussurro final: "te amo".
E então, de novo:
Dó,
porque o amor — como a música —
sempre recomeça.
Sempre.
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