Sol praia ao longe
Que sangra meu coração agora que dai de beber minha alma seca no mais belo ameno sol... esta dor vingativa que o vento espalha as nuvens e as folhas embolas pelo chão ancorada color ora avermelhadas, ora laranjadas e neste o tempo outono é o maior desmaia em demasia
Outras tantas vezes escurece e obscurece com frieza o coração seu
dizer que belo declina num só dia a minha vitrola encaracola a canção e música distorcidas em eterna mutação... mente embola e vai embora o pensamento neutros noturnos de uma noite netuno
E logo chegarás exausto o meu ser ao triste inverno depois farei sua cópia linhas das águas de março com o tempo crescerás de novo a saudade
E enquanto eu existir na terra houver um ser meus versos ardentes farão-te ser
Farei os ventos sopram os doces botões de maio por cima dos muros lançarei o sol de bodoque e lança os seus cálidos raios na catapultar do desejo seu
esconderei-me no escuro da noite em baixo da sua janela esconde o rosto dourado sob a névoa antes da aurora o seu beijo eterno jamais se extinguirá sem perde o frescor que só tu possuis no hálito
costurarei pontes e sobre a morte saltaremos e mesmo que vir a nirvana e arrastar sob a sombra os versos elevarem à eternidade
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