Escritas

Vinhos e jornal, noite e o vão

Charlanes Olivera Santos

Alma amarotada sobre fleches de luz rasgando os olhos trincado por vasos como teias de aranha mesclados ao tom vermelho sangue puro quase na cor do vinho avinhado... da noite passada os meus segredos vagos como o artista que se perde no personagem dele mesmo e o papel fica sufocado

Mas o que é poesia? Quero se livre de todas amarras sem se obrigado a rima e musicalidade nos meus escritos como já desencadeado disso escrever longo e logo do longe e sobre o perto encurtar se ate as sombras das sobras ou até despertar totalmente

Ancorado o meu corpo na cadeira da escrivaninha o ferro com uma camada de tinta marron e partes goiabas não sustenta o odor do metal enferrujando...volto a escrever mais com canetadas do enredo do livro do Turco de Marselha a mente infundada na história perco a noção da poesia só quero escrever...

Ser senti servil sonoro suave sempre sussurrar a sombras sutilmente se eu sobre prefixo sufixo fixar o meu eu de alma crua listrada arranjar machas de bolas nas gavetas da mente moderna costura e se curador das próprias obras maximizar ou minimizar os sentimentos escandalosos gulosos da pele jovem delicia balbuciar da menina mulher metade da minha idade se anfitrião sem compromisso como amanhã mesmo sendo eterno em pensamentos nos saltos... Fico aqui condenado eu mesmo que há algo errado e elogios não infla o meu ego preciso melhora ate dizer o que eu vim fazer aqui... escondido entrelinhas com tantos erros ortográficos