Seiva e palavras enxuta
Torcer as palavras ate melindra os gritos silenciosos da alma
Lua rara translúcidas faces dos desejos
Sonhador do dia claro no seu escuro labirinto perturba o reflexo
no outro espelho um amor temeroso desta donzela
Liberto árduo do infinito escada ate as estrelas e Marte coração vermelho
Onde estão os meus espaços para encaixa neste vazio de agonia...
Neste tarde condensada sem fluidos e solventes nesta tensão clamo a água que corre nas nuvens que chorei ligeira, pois o sol vermelho na distância do caminho só que estala a alma descasca o espírito...
As vezes parece que me esqueci de lago de uma obrigação, parece que vivi uma vida e esqueci-me dela...uma farpa na mente como uma ferida no céu da boca
Estou tão cheio de vazio de vão e abismos costurados no limbo da memória melancolia sangrada como crepúsculo no horizonte
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