Escritas

Cordas e portas

Charlanes Olivera Santos

Tento alcançar-te entre as linhas e as cordas do destino entre o véu e portas rabiscadas a estrada cheia de vetores que catapultas as possibilidades

A luz de cada cor quente ou fria... emaranhado de encontros e desencontros mesmo entre os fótons táquion carregada de elétrons as barreiras do livre-arbítrio mesmo sendo de escolhas erradas que vai gerar arrependimentos não consigo muda-las para ti, para nos

Amanhã escurece o dia tardio escala na tarde ate o anoitecer que arde... e neste circulo vicioso tempo á ruí

O norte da morte contramão de quem vivi o sul fundo cativa á cova sem querer der repente...

A história que os outros vão contar e que contem você

caminhada de passo em passo o espaço de intervalo e ser as cascas frágil, curtas e inútil do próprio tempo

O mistério do sem fim de um instante... que equilibra a lógica de estar a ilusão de achar que sempre estivemos aqui e que sempre estaremos eternamente... por isso quero fixar o meu eu em poesias