Escritas

O sagrado e o profano

Charlanes Olivera Santos

Deixa se o seu alquimista'mor entre o sagrado e o profano?

Traz outra vez as borboletas no meu estômago

Pois, sua partida foi tormenta e vendaval e coloquei dês de então á alma no varal

Poeta alquimista que não transforma a matéria em ouro mais as palavras em amor que e nos dias imperfeitos em valor eterno

Desloco-me de um universo de estrelas que pesa um talento elos de ouros e pedras preciosas de um espaço sem fim

E mesmo assim transcender a sua beleza e impossível inimaginável você é á essência do amor da liberdade prometida...

Tu és o ego feminino de uma flor

Você e o meu ar meu fôlego

Os meus medos são a sua ausência dragões em metamorfose, E os meus desejos seivas de fogo dentro de mim, cavalos alados que rugem quando você se aproxima e gemem de dor e agonia quando você se afasta...

Os seus beijos que gravito a sua pele odorífera medicina perfumada

Vem para um deleite longo e amoroso cheios de juras e esperanças eternas corpos casados e mentes inflamadas as suas caricias angelicais e corpo possuído em brasas