Essa daqui eu fiz quando a solidão me fez (part.1)
Como me apego ao desagradável desapego?
Como me apago ao destrutível desespero?
Procuro uma nova forma que me conforme
Procuro uma nova fórmula que confirme,
À obstrução do que me deixa inseguro
À observação do que me deixa inóspito de vida , imagem destruída
Se entro na minha mente ,viro um intruso
Minha alma me disse que já não pertence ao corpo que uso
O vazio é um vaso que acolhe a planta da ansiedade
Ânsia de flores mortas ,servindo de adubo para florescer raízes tortas na sociedade
Regada por migalhas de falhas no próprio oxigênio ácido em solidão ,
Indisposição de acreditar em mim mesmo e nas pessoas desse mundo
Não sei ao certo se me acuso
Independentemente não sou totalmente inocente nem independente
Tenho assustado assuntos pendentes
Recordações recorrentes
Sonhos que são apenas sonhos
Sonhos que vão após sonos
Sonhos que me fazem dormir por sonhar demais
Sonhos que me fazem acordar sem querer dormir nunca mais
Quantos pesadelos serão realizados?
Quantos pesadelos ainda tendem à serem inclusos?
O que tanto recuso ,requer atenção
O que tanto requer atenção eu reflito se é necessário atenção
E essa tenção é a maldita benção dos que são confrontados como loucos nos olhos dos são
Decepção, desculpa por te decepcionar
Sei que você esperava mais de mim
Recepção de culpa que ocupa toda vírgula antes de raciocinar
Ei, ué! Vê? Errava o início e até depois do fim...
...
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