QUANDO OS VERSOS SAEM DA ALMA
Quando os versos saem da alma,
Eles entram nos corações,
Que felizes os recebem,
Entre rios de emoções.
Versos meus tão singelos,
Que da alma saem puros,
Voam soltos pelo mundo,
Tirando gente de apuros.
Não que eu seja pretensioso,
Nem arrogante,
Mas sou poeta de entranhas,
Faço versos edificantes.
A tristeza não me abala,
Sei que ela vai passar,
Sou feliz sem escala,
Porque gosto de sonhar.
E se lê um ou mil,
Os versos que escrevo,
Está cumprida a missão,
Para a qual eu me devoto.
Letras que eu amo,
Cada uma a meu jeito,
Toda hora eu lhes chamo,
Mas não é esse o meu defeito.
Minha alma é aberta,
É límpida e cristalina,
Quase nunca é deserta,
Às vezes, feminina.
Sou poeta por amor,
Porque gosto de ser lido.
Se não gosta, por favor,
Não me chute, atrevido!
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