Borracha da alma
Vejo a minha imagem
Vida Obstruída
Fora da margem
Me pergunto até quando a alma pode
sofrer pelo elo frenético de designar num designer tão podre
Ouvi isso uma vez e até hoje eu ouço
Sei que não é verídico mas implico na ferida aberta da ilusão criada que adormece e congela meus ossos
Destroços , situações do passado que se regeneram
Erros nossos,o tempo não nos espera
O ponteiro aponta
Felicidade e tristeza não tem hora pronta
O porteiro trava a catraca
Se "ocê" atrasou-se,só marca ,
o tempo quem ficará devendo para você se nisso você crer
Faz a sua "cota"
Veremos na hora do reencontro
O quanto esse conto nos conta é fora da ponta .
Do lápis ,só resta a borracha que não apaga porque a folha rasga e o pedaço que já foi destruído, já não mais se monta
Diz que a folha do papel foi parar dentro de uma lixeira
Disque poética para salvar cada árvore morta
Época do avião de papel
Fazer fila em frente a porta
Imaginação de bombardeio
Hoje eu creio,
A maior guerra acontece na mente de quem cresce ou de quem cresceu em meio ao caos psicológico que nos adoece
Amizade é um blefe
Ultimamente cê já tem se perguntado quem vai estar do seu lado quando não tiver bem?
Quem vai estar disposto quando cê tiver no posto de saúde
Me diz quem?
Não se ilude
Sozinhos temos a capacidade de sermos tudo e todos
Mas também podemos escolher sermos Ninguém
E eu acho melhor assim
Não que eu queira saber o fim
Mas que eu possa entender o processo integrado a mim
Se estiver comigo,tudo bem
Se eu não te ver aqui
Eu tô bem também
Se eu não for capaz de me ver
Que mal tem ?
Eu escolhi ser Eu
E nem sempre Eu será Eu todo o sempre
Carrego a poesia num sample
Logo mais eu retorno....
Português
English
Español