Escritas

Massa de trufas

Pedrovizela

Privilegiado (auto-intitulado), mas às forças de um pó vives subjogado
Aos químicos muito agarrado, dos que deixam um sobrenome bem manchado
Levasse-te alguém roubado o muito que te foi dado
E sobraria só, um sem qualidades pobre coitado 

O dia em que não mais bancares a massa de trufas
É o fim da companhia das muito queridas fofas
Falas de peito aberto, mas na hora de dar corpo às balas
Serias concerteza o primeirinho a ficar sem falas

Por nada fizeste luta
Tuas vitórias não valem nada 
Nunca a vida te foi puta
Nunca a terás pois dominada