- *longe de tudo que me tira a paz, essa solidão me satisfaz, vivo no elamo da felicidade a doce e eterna felicidade pelos desígnios da espiritualidade.*
Quando nasci, vozes na minha cabeça eu já ouvia, energia à minha volta eu já sentia.
Não sabia explicar, mas de todos comecei a me afastar, era um sentimento que mais tarde passei a gostar,
era um momento bom e de pura solidão.
Poemas começaram a surgir, não sabia eu de onde vinham, só sei que escrevia, alguns eu sentia, que de mensagens subliminares se tratariam.
Me conectei às minhas vozes interiores, poemas tocantes começaram a sair para o exterior, eu sabia que se tratava de entidades superiores, e os mais agressivos eram da autoria de amigos de vibrações inferiores.
Aceitei o meu destino, me juntei a Liavi e ao Cristino, escrevi poemas que tocam a alma e coração, descrevi o mundo com muita emoção, escrevi temas de superação, os poemas eram belos alguns retratavam a reencarnação da Fênix, assim como em Genesis, os poemas careciam de muita interpretação e atenção.
Vi meu destino formatado, às vezes me questiono de porquê ter aceitado, mas isso não é para que chamado, sempre desconfiei que eu tinha um chamado, tenciono continuar a escrever, afinal eu tenho um chamado.
05/09/024
Eduardo e Freitas