Biografia
Lista de Poemas
A VIDA
Lagos ornamentais,
poesias vibracionais,
A vida me levou para propósitos espirituais,
contempla os corais,
A vida é demais,
o problema é não haver mais.
Cuidado ao andar, o mal está a espreita, na primeira oportunidade rejeita, se estreita há espaço para preta, viva mas
todo mal entendido em endireita
isso não é uma indirecta a liricalidade aqui é direita.
De onde eu sou?
Não importa
o motivo é saber para onde vou.
X ou Y a vida tem que ser vivida no amor e na paz, mesmo quando tende a ser sofrida,
sei que esse discurso satisfaz
não somos imortais,
toda tentativa de melhorar acrescenta, nunca é demais, o objetivo aqui é elevar se cada vez mais.
08/09/024
Eduardo e Freitas
O INFERNO
Certamente qualquer poeta escreveria não voltes ao inferno se Deus já te resgatou de lá.
Mas eu o Jovem Poeta escrevo:
Entre dramas e karmas,
foge do gosto da luxúria,
da arma que dispara momentos de hipocrisia disfarçada de bem estar,
das coisas que gostavas e hoje não mais podes gostar,
do barulho guinchante da alma que já não pode cantar, da falta de respeito que fingis não te pertubar,
do apalpo dengoso que sabes que é para te esfriar,
saí do colo que pica,
das mãos que esquivam e do inferno onde já não podes voltar.
08/09/024
Eduardo e Freitas.
O VOO DO POETA
Voei porque queria ser livre, livre da opressão, livre da manipulação, livre das ilusões místicas do sucesso, livre dos vários processos possessos...
Na falsa idx eia de ser o Santo das causas perdidas, me vi caído em várias batalhas perdidas...
Na imensidão dos céus eu me perdi se calhar não estava perdido, só confundido, confundido na falsa ideia de que o ser humano é 100% bom e de que quem me estende a mão não me cobrará mais tarde...
Por causa da sensação de ingratidão de favores que eu não pedi, que eu não escolhi , simplesmente vivi, afinal! era tudo por causa da célebre frase “ Não há salvação se não for pela caridade” o que na prática resultou na coleira daqueles que menos se amavam fazendo dos que mais se amavam opressores e sugadores da energia dos necessitados humildes...
Disseram para nunca falar da falsa bondade que a máscara cairia logo, mas logo ficaria o sabor da saudade , saudade de que ? Só se for da falsa bondade...
- O destino me arrastou para a complexidade do meu viver, qual destino? se foram as minhas escolhas sem fundamentos, sem argumentos baseadas no imenso desejo de ser acolhido, de ser abraçado de ser ajudado e de ser resguardado...
- Tamanha loucura, mas eu sou louco, sair do jogo sem permissão, sem avisar, sem exclamação...
Eu sou louco.
O MEU PRÓPRIO DESTINO
- *longe de tudo que me tira a paz, essa solidão me satisfaz, vivo no elamo da felicidade a doce e eterna felicidade pelos desígnios da espiritualidade.*
Quando nasci, vozes na minha cabeça eu já ouvia, energia à minha volta eu já sentia.
Não sabia explicar, mas de todos comecei a me afastar, era um sentimento que mais tarde passei a gostar,
era um momento bom e de pura solidão.
Poemas começaram a surgir, não sabia eu de onde vinham, só sei que escrevia, alguns eu sentia, que de mensagens subliminares se tratariam.
Me conectei às minhas vozes interiores, poemas tocantes começaram a sair para o exterior, eu sabia que se tratava de entidades superiores, e os mais agressivos eram da autoria de amigos de vibrações inferiores.
Aceitei o meu destino, me juntei a Liavi e ao Cristino, escrevi poemas que tocam a alma e coração, descrevi o mundo com muita emoção, escrevi temas de superação, os poemas eram belos alguns retratavam a reencarnação da Fênix, assim como em Genesis, os poemas careciam de muita interpretação e atenção.
Vi meu destino formatado, às vezes me questiono de porquê ter aceitado, mas isso não é para que chamado, sempre desconfiei que eu tinha um chamado, tenciono continuar a escrever, afinal eu tenho um chamado.
05/09/024
Eduardo e Freitas
SOBRE ME TIRAR COISAS
- Tira-me a coerência das palavras só não me roube o destino inevitável de cair em versos e prosas, afinal me assumi um poeta...
- Tira-me a sufixação e a aglutinação mas não me roube as regressivas nem tão pouco as demonstrativas.
- Tira-me o gosto por “Neruda” mas não me tira a explosão de ideias gloriosas que ecoam de minha solidão, de minha exatidão, de minha esclamação...
- Rasga-me a alma mas não me roube a beleza do cosmo, os voos celestes e a capacidade de ser livre em um plano onde o sucesso é sinônimo de corrente, sinto isso por várias situações correntes...
- Tira-me a dança mas não me roube o som do fado, do fado cantado, cantado em rimas, em rimas cruzadas e as emparelhadas...
Afinal eu Sou o Falso Profeta.
10/07/024
Eduardo e Freitas
CARTA QUE EU NUNCA ESCREVERIA PARA MIM
- *Quando te mentiram, você acreditou, ninguém te obrigou foi tua culpa, você facilitou.*
Segredos fortes,
fraca entoação poética aterrorizaram o meu nome, palavras ditas a milhares mas nunca serviram para mim, vaidade, falta de humildade e a forte sensação de pensar que se sabe, arrogância poética, essa tua actuação é patética, mentiras mentais forjaram homens poderosos, mas são todos medrosos.
Escute bem,
- seja justo,
- nunca sujo,
- pratique a caridade com pura bondade e nunca para ganhar notoriedade, seja um poeta revestido de honestidade,
- Faça alguém feliz, em algum momento a vida tende a ser infeliz.
- Você é forte, só precisa confiar e do que te manda para baixo se distanciar, jogar fora o que te impede de amar e sorrir sempre as pessoas tendem a gostar.
Neste limbo poético, desesperadamente regras são mandadas para baixo, viver virou uma questão de acho e não acho.
LOUCURAS DO MEU SENTIR
Nessa loucura poética, lembrei de Nietzsche filosofo que labuta na eternidade,
do além e se não morresse certamente diria para alguém,
que a imensidão da solidão consiste no reencontrar - se a si mesmo no silêncio resultante do calar das vozes internas que me atormentam e que me abarulhetam.
Eu o Jovem Poeta,
o Falso Profeta,
reclamo que a solidão nada de extraordinário tem pois emana do profundo canto de nossa caótica consciência, deve ser definido como um processo de abstinência, para que lírios e prosas possam brotar do calar de nossas emoções e no renascer de nossa coexistência.
Imensidão do nada nem sempre nos remonta para a solidão pois é no nada onde ecoam as multidões que há em mim, que há em ti que há nós, assim como dizia Nietzche “há vários em mim, há multidões em mim.
MEU ERRO TE AFASTOU
*_Eu realmente senti quando escrevi esse poema:_*
Me dói admitir
que te perdi por um erro meu,
quem sabe hoje em dia seríamos Julieta e Romeu.
Quero que te lembres de mim com carinho,
de quando eras meu passarinho, espero que ainda possas sorrir com o meu jeitinho, sabe eu adoro quando me chamavas Gatinho.
Você é o bem que a vida me roubou, não é bem assim o meu erro te levou,
olha só o que a minha instabilidade me custou,
ficar sem você é a única opção que restou.
Sabe, se o tempo falasse, contaria a nossa história,
principalmente as que não cabem em nossas memórias, você caiu fora, mas se ainda lembras de mim, imagina meu coração a pulsar por ti agora.
RESPOSTA
Eu me lembro de ti sim, quando mandaste a mensagem li sim,
Claro que me lembro de você com carinho,
tu és aquela pessoa por quem me apaixonei na minha inocência, tu eras o meu gatinho.
Eu não conhecia o mundo,
a cada passo que eu dava saia da caixinha e quando percebi já estava fora de tudo.
Foste e és incrível,
também achei que seríamos indivisível,
mas não foi possível
não te culpes por nada, dizem que a fila para e anda, é assim que Deus trabalha.
Acredito que foi um propósito de Deus, então esse foi mais um dos planos de Deus.
07/09/024
Eduardo e Freitas
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