LOUCURAS DO MEU SENTIR
Nessa loucura poética, lembrei de Nietzsche filosofo que labuta na eternidade,
do além e se não morresse certamente diria para alguém,
que a imensidão da solidão consiste no reencontrar - se a si mesmo no silêncio resultante do calar das vozes internas que me atormentam e que me abarulhetam.
Eu o Jovem Poeta,
o Falso Profeta,
reclamo que a solidão nada de extraordinário tem pois emana do profundo canto de nossa caótica consciência, deve ser definido como um processo de abstinência, para que lírios e prosas possam brotar do calar de nossas emoções e no renascer de nossa coexistência.
Imensidão do nada nem sempre nos remonta para a solidão pois é no nada onde ecoam as multidões que há em mim, que há em ti que há nós, assim como dizia Nietzche “há vários em mim, há multidões em mim.
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