MULHER VENENOSA
Veneno. É isso que você tem!
Ele corre em suas veias,
E em tudo que de você vem,
Ele não mata, pior, incendeia.
Uma vez inoculado,
Fica difícil resistir,
Somos levados
A suas artimanhas sucumbir.
Tem veneno nas palavras,
Que parecem ser tão ternas,
Pois são ditas com ternura,
Mas são puros feitiços.
Não há nenhum remédio,
Nem antídoto eficaz,
Seu veneno é singular,
Transformações ele faz.
Nem dor ele causa,
Apesar de fazer muito mal,
Ficamos imobilizados,
De forma radical.
Escravos da mentira,
Sujeitos a toda trama,
Seu veneno causa euforia,
E nos joga na sua cama.
E ao fim de uma noite,
Voltamos para a masmorra,
Sofremos todo açoite,
Mas não há quem corra.
Venenosa como ninguém,
Com seu doce olhar,
Faz nossa alma refém,
E quem nos vem salvar?
Ele corre em suas veias,
E em tudo que de você vem,
Ele não mata, pior, incendeia.
Uma vez inoculado,
Fica difícil resistir,
Somos levados
A suas artimanhas sucumbir.
Tem veneno nas palavras,
Que parecem ser tão ternas,
Pois são ditas com ternura,
Mas são puros feitiços.
Não há nenhum remédio,
Nem antídoto eficaz,
Seu veneno é singular,
Transformações ele faz.
Nem dor ele causa,
Apesar de fazer muito mal,
Ficamos imobilizados,
De forma radical.
Escravos da mentira,
Sujeitos a toda trama,
Seu veneno causa euforia,
E nos joga na sua cama.
E ao fim de uma noite,
Voltamos para a masmorra,
Sofremos todo açoite,
Mas não há quem corra.
Venenosa como ninguém,
Com seu doce olhar,
Faz nossa alma refém,
E quem nos vem salvar?
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