Licor de amarula.
H. Valentim
O trabalho e os homens
As mudanças nas paisagens
Tecidas por mãos sujas
E rostos suados .
A cidade não é na verdade
Um lugar próspero para todos
Há nela os que comem
Do trabalho de outros.
Os outros sem nomes
E rostos suados .
E mãos sujas de labor
E vazias de bonança.
Caminham cabisbaixos
Mergulhados no caldo de sol ameno
Morrendo lá no horizonte
Aonde quem come do seu suor
Aprecia a tarde encantado
Com Olhos limpos de ternura
Restos de choco grelhado
À beira do prato.
No copo envidraçado
Licor de Amarula.
As mudanças nas paisagens
Tecidas por mãos sujas
E rostos suados .
A cidade não é na verdade
Um lugar próspero para todos
Há nela os que comem
Do trabalho de outros.
Os outros sem nomes
E rostos suados .
E mãos sujas de labor
E vazias de bonança.
Caminham cabisbaixos
Mergulhados no caldo de sol ameno
Morrendo lá no horizonte
Aonde quem come do seu suor
Aprecia a tarde encantado
Com Olhos limpos de ternura
Restos de choco grelhado
À beira do prato.
No copo envidraçado
Licor de Amarula.
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