Ciclo do Guerreiro
e já quando no fim da viagem
sua espada baixou,
não por medo,
sim por convicção,
da face do guerreiro
duas lagrimas brotaram.
uma de saudade,
não de vencido,
outra de esperança,
não de temor.
a de saudade...
salgada, como um imenso oceano
revolto e inteiro.
a de esperança...
doce, como o sorriso
meigo e confiante
de uma criança.
as duas...
uma salgada, a outra doce
fundiram-se,
e da face do guerreiro
uma só lágrima rolou,
não de tristeza, nem de dor.
uma lágrima...
de esperança.
sua espada baixou,
não por medo,
sim por convicção,
da face do guerreiro
duas lagrimas brotaram.
uma de saudade,
não de vencido,
outra de esperança,
não de temor.
a de saudade...
salgada, como um imenso oceano
revolto e inteiro.
a de esperança...
doce, como o sorriso
meigo e confiante
de uma criança.
as duas...
uma salgada, a outra doce
fundiram-se,
e da face do guerreiro
uma só lágrima rolou,
não de tristeza, nem de dor.
uma lágrima...
de esperança.
Comentários (2)
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analinda
2021-06-06
era carinha chorando hahaha mais e triste mesmo
Kethelen
2020-06-12
O poema é legal pela que Manuel Bandeira morre no final do poema
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