Escritas

Andejo

Moacir Luís Araldi
Caminhando desatento
sem hora, sem rumo
lentamente;
O que importa?

Coração aquietado,
bolsos cheios de mãos,
preso ao desejo de assim não ser:

Silencioso 
Ausente
Invisível
Incrédulo

Não há vida
nas ruas...

Nem no íntimo
do andarilho.
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