NÃO TIRO A MÃO
Enfiei a mão num pote
Cheio de doce, não sei qual,
Desse pote não tiro a mão,
Enquanto não souber o que há.
Lá dentro tem doçuras,
Sei bem que é verdade,
Minha mão está lá dentro,
E bem a vontade.
Esse pote de doçuras,
É o seu coração,
Me desculpe a invasão,
Foi impulso de aventura.
Não que eu seja aventureiro,
Isso, não sou nem um pouco,
Só me entrego por inteiro,
Por você estou meio louco.
Peço até que me desculpe,
Essa minha invasão,
Mas não pude resistir
Ao seu doce coração.
E agora estou preso,
Pois lá tem muitas gostosuras
Que me afloram mil desejos,
Se retiro a mão ela não sai ilesa.
Eu te amo desse jeito,
Um tanto desajeitado,
Se eu quebrei alguma regra
Foi por estar apaixonado.
Cheio de doce, não sei qual,
Desse pote não tiro a mão,
Enquanto não souber o que há.
Lá dentro tem doçuras,
Sei bem que é verdade,
Minha mão está lá dentro,
E bem a vontade.
Esse pote de doçuras,
É o seu coração,
Me desculpe a invasão,
Foi impulso de aventura.
Não que eu seja aventureiro,
Isso, não sou nem um pouco,
Só me entrego por inteiro,
Por você estou meio louco.
Peço até que me desculpe,
Essa minha invasão,
Mas não pude resistir
Ao seu doce coração.
E agora estou preso,
Pois lá tem muitas gostosuras
Que me afloram mil desejos,
Se retiro a mão ela não sai ilesa.
Eu te amo desse jeito,
Um tanto desajeitado,
Se eu quebrei alguma regra
Foi por estar apaixonado.
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