Vá ao meu redor, mundo

douglasda
douglasda
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Vejo, com grande exulto, o passar dum'vulto 
Em um meu, grande, tão sozinho mundo
Meu horizonte . . . na orla que cobre
No sozinho mundo, o fim não descobre 

Vejo, com penúria, a fúria do escuro
Que se esconde nas plantas e em diturno
Em meu, tão, afinco mundo, no fundo 
É feito da queda d'mais outro assunto

Eu quero viver no zero e se espero
É porque em meus desejos eu desprezo
Por toques sujos o olhar do defunto

Auscutar as batidas do meu fundo
Em sincrônia com este lugar sujo
O meu mundo infundo, não só meu feito 
    
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