A Manhã de Meio Mundo

Pela noite, as luzes iluminam a cidade  
Pontos brilhantes de uma pura castidade  
Quanto se deve dar para poder brilhar?  
Como uma que fica sob um pequeno lugar 
Onde um diminuto mundo pode estar  
 
Borrões, flashes, a luz começa a pesar 
Traz tudo de bonito, tudo que nem chego a enxergar  
Na estampa desses reflexos vejo-me falhar 
Como em amostra, exsurge da escuridão 
Nos filetes de sua cor, em amarelo como a constelação,
O fim do mundo, e em rubro, como o meu coração 
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