Ninguém manda no coração

A noite chega, e o astral silente fala alto mais uma vez,
Carregando consigo uma mensagem incongruente à minha mente;
Se descodificando e falando que meu peito cansou da solidez,
Causando o atrito da mente tentando evitar o que o coração sente.

E a maior confusão se dá no atrito racional e irracional,
Trazendo desordens em quem vive tentando possuir o controle do que não dá;
Dilacerando o peito daquele que tenta tornar tudo unidirecional
E mostrando o verdadeiro amor, àquele o qual achava que era incapaz de um dia novamente amar.

A razão nesses casos pesa, e possuir o controle sobre tudo nos deixam cansados de viver;
Inutiliza a ideia de semelhança entre afeto e emoção;
Impede de nós próprios nossas histórias escrever.
Enquanto amar nos ensina a viver, aflorar toda nossa emoção, pois afinal de contas ninguém manda no coração...




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