LÂMINA VII
A partir de seu lado de fora,
na ausência desse objeto
do qual fugimos,
ali, nada mais da imagem existe.
Onde a noite, também ela,
à sua maneira, circula,
as bordas estão desfocadas,
indistintas, móveis.
Para além de suas superfícies,
somos obrigados a permanecer
em silêncio, a olhar reflexos
na água e ela, de costas para nós,
voltada para o mar,
desaparece atrás do que imita.
na ausência desse objeto
do qual fugimos,
ali, nada mais da imagem existe.
Onde a noite, também ela,
à sua maneira, circula,
as bordas estão desfocadas,
indistintas, móveis.
Para além de suas superfícies,
somos obrigados a permanecer
em silêncio, a olhar reflexos
na água e ela, de costas para nós,
voltada para o mar,
desaparece atrás do que imita.
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