Barcelona

Quanto mais longe se vai
do todo ao qual, em intento, pertence
Se esvai do simulacro
E mais perto, chega.

Do nada ao qual 
sempre vai pertencer
perto ou longe
Estar e ser

O tudo, mora entre o todo,
torto, morno e pouco,
E o nada, que extrapola, extravasa,
inunda e naufraga.

No infinito das possibilidades negativadas
O tudo é um intervalo de tempo
No seu e no meu tempo
Quando existimos, e não, no nada.

Nessa singularidade hipotética
Não cabemos em lugar algum.
Sequer em um outro lugar
Desconhecido.

Excedemos nossa capacidade de armazenamento
Somos particionados
E assim permaneceremos.
um no outro, eclipsados.


‘til the end, ma friend…
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