A Minha Luta

Reirazinho
Reirazinho
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Não sei para onde vai levar
Sem objetivos a delegar,
Muito menos a exaustar
A virtude baixa do vivar.

Lágrimas me decaem ópio,
Perene deixa meu vil ócio
Sujeitando o passo ímpio
Na obscura falta de límpio.

Escreve, porém morrendo
Na ideia deixo nascendo
Aquele que luta sofrendo
No pelejo, mas fenecendo.
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