Quando não há escolha
Alba Caldas
1 min min de leitura
A fome rasga meu estômago, mas a boca não saliva o suficiente para saciar.
A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem.
Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte.
Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar.
Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver,
talvez sinta culpa, mas será tarde demais.
Seremos uma, ou talvez, nada.
A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem.
Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte.
Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar.
Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver,
talvez sinta culpa, mas será tarde demais.
Seremos uma, ou talvez, nada.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.