Ode

Do vento que sopra esperança
A vida trôpega que não se aperta
Vive num mar de bonança
Enfeitiçado pelo som da seresta

Jaz o papel da cultura
Pórtico a força da fé
Avesso a estranha censura
Alumiando a maré

Bamba da própria elegância
Que não se deixa levar
Salve a todos do samba
E a força dos orixás
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