silêncio
hoje eu passei uma hora exposta à luz solar matinal.
fiz aquela meditação de sete minutos que a minha amiga astróloga me recomendava.
passei a manhã vendo um desenho que aborda temas complexos de um jeito bobo enquanto comia a minha comida favorita pela terceira vez essa semana.
lixei o meu pé que não sabia qual era a sensação de se lixado faz um tempo.
ouvi um podcast sobre uma das minhas possíveis profissões.
essa tarde eu quis fazer uma pesquisa grandiosa e sútil que mudasse alguma coisa no mundo.
essa tarde eu quis fazer uma pesquisa grandiosa e sútil que mudasse alguma coisa em mim.
também cochilei sem sentir nenhum alerta cognitivo ao acordar, aquele que nos diz que já dormimos demais.
eu flertei com as nuvens em formato de monstro, procurei um post no Instagram que me desse algo em que minha mente se fixasse, achei, durou quinze minutos esse aterramento.
esse seria um dia ideal e propício para descansar e optar por quase nenhuma interação.
uma atmosfera pra se desconectar.
mas por maior distante que eu me submeta a ficar
dos fatos,
dos outros,
e de qualquer trilha que quisesse fazer hoje à tarde pelos morros,
sou arrastada até um lugar de subjetiva distração maior.
os emaranhados sentimentais se fazem tímidos quando eu sento, encaro-os e digo: ok, ressoe, eu estou disposta a te ouvir.
fiz aquela meditação de sete minutos que a minha amiga astróloga me recomendava.
passei a manhã vendo um desenho que aborda temas complexos de um jeito bobo enquanto comia a minha comida favorita pela terceira vez essa semana.
lixei o meu pé que não sabia qual era a sensação de se lixado faz um tempo.
ouvi um podcast sobre uma das minhas possíveis profissões.
essa tarde eu quis fazer uma pesquisa grandiosa e sútil que mudasse alguma coisa no mundo.
essa tarde eu quis fazer uma pesquisa grandiosa e sútil que mudasse alguma coisa em mim.
também cochilei sem sentir nenhum alerta cognitivo ao acordar, aquele que nos diz que já dormimos demais.
eu flertei com as nuvens em formato de monstro, procurei um post no Instagram que me desse algo em que minha mente se fixasse, achei, durou quinze minutos esse aterramento.
esse seria um dia ideal e propício para descansar e optar por quase nenhuma interação.
uma atmosfera pra se desconectar.
mas por maior distante que eu me submeta a ficar
dos fatos,
dos outros,
e de qualquer trilha que quisesse fazer hoje à tarde pelos morros,
sou arrastada até um lugar de subjetiva distração maior.
os emaranhados sentimentais se fazem tímidos quando eu sento, encaro-os e digo: ok, ressoe, eu estou disposta a te ouvir.
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